Ele acredita no amor, se encanta por aí, se enrola com algumas, se diverte, até assumi um compromisso sério mas, é provisório. Ela acredita em alguém que a completa, é atraída diversas vezes, tenta conhecer alguns caras, e os conhece. Dá uma ou outra chance para aqueles que valem a pena mas, ainda não é ele. Ele procura uma garota bonita, bonita sim, por que ele se importa com o que os amigos, os parceiros como ele diz, vão falar sobre ela. Ela procura alguém fiel pelo simples fato de não aturar divisões, meio termo, e além disso: quem quer ser conhecida como ‘a chifruda’? Ele acredita que vai encontrar a parceira ideal: bonita, paciente, bem sacada para todos os assuntos e boa de cama. Ela sabe que o seu Príncipe não tem armadura, castelo nem cavalo branco. Eles tem ideais, princípios, metas. O mundo tem razões para mostrar que para o amor acontecer todo esse encanto tem de ser inesperado. Não há nada a ser esperado, nem procurado, somente desejado.
— Razões universais. (via nosso-encontro-marcado)

- Me dá um motivo pra ficar aqui.
- Eu te amo.
- Eu quero um motivo mesmo, de verdade, caramba!
- O meu ‘eu te amo’ pra você não é de verdade então?
- Essa frase se tornou tão mera, que você dizendo assim, pra mim não tem sentido algum. Me desculpa, me fizeram desacreditar da frase que antes era a mais bela prova do amor.
— Desencantada. (via nosso-encontro-marcado)

Lembranças me reanimam quando tudo é vago.: Eu os desafio a ler até o final.

let-the-princess:

“A 2 anos e 9 meses precisamente conheci um garoto. Foi algo normal, tínhamos amigos/familiares em comum, nos conhecemos, conversamos e trocamos redes sociais. Morávamos em cidades diferentes, nem próximas nem distantes; nosso único contato era de fato as redes sociais. Sempre conversávamos!


- Vem cá neném, precisamos conversar.
- O que precisamos conversar, Murilo?
- Ei, calma aí. Não precisar ser tão fria, o que aconteceu com os apelidos carinhosos, ein?
- Se foram quando descobri que nossa relação era teatro, fingimento.
- E quando foi isso?
- Ontem.
- O que houve ontem? Não lembro de nada ter acontecido.
- Realmente, não aconteceu. Eu te liguei a manhã inteira e deu caixa, fui na sua casa a tarde e a empregada disse que você havia saído desde cedo, e a noite algumas amigas viram você com vários garotos e garotas em direção ao Centro. E aí, justifica como?
O garoto suspira, dá uma risada de canto, e diz:
- Ai meu Deus, como você é linda até mesmo com ciúmes. Agora você pode parar de bobeira porque eu sumi o dia todo por um ótimo motivo.
- Não tenta mudar o foco, Mú… qual seria esse ‘ótimo motivo’, me fala!
Ele segura a mão da garota, a olha nos olhos e com uma voz doce e de um jeito delicado, responde:
- Será que hoje você poderia me acompanhar até a Igreja com um vestido lindíssimo que está em cima da sua cama, e fazer o favor de quando o Padre perguntar se você aceita casar-se comigo você responder sim?
— Eu disse sim, sem dúvidas! (via let-the-princess)

- É que dessa vez é ponto final mesmo, Bernardo. Não vou usar ponto continuativo numa história que não anda, só vai pra trás.
- Porra, Alice! É isso mesmo que tu quer pra nossa vida? Pra nossa relação?
- Nossa vida? Relação? Qual?
- Como assim?
- A relação que tivemos é tão tangível, Bê… ela basicamente se resumi em promessas, declarações, e falta de ações. Ou melhor, você praticou várias ações mas, com outras.
- Cara, ali foi um erro, já te pedi perdão, tu disse que tinha me perdoado, tentamos de novo e estamos aqui hoje, juntos.
- Realmente, eu disse que te desculpava, e você lembra quantas vezes tive que te perdoar pelo mesmo motivo?
- Lili, eu amo você, velho.
- Cansei de ouvir isso e não ver resultado. Tu só quis mais uma pra dizer que é sua, e basta.
- Então é isso que tu pensa de mim?
- Eu penso que você é um canalha, um galinha! Mas, ainda assim é quem me completa e por quem eu passo noites em claro, é quem me faz ver nossa história em cada música que toca na rádio.
- Eu confesso, eu não presto… mas, eu amo você.
- Ama como? Desse jeito que mais me machuca do que se importa? Tu me aparece durante dois dias, e durante cinco sai pra vadiar, beber, zoar. E eu fico em casa trancada no quarto, deitada na cama, ouvindo música, lembrando de você e me machucando cada vez mais. E é assim que tu me ama? Ama nada, você só ama a você mesmo.
- Caralho, Lí! Tu acha que se eu não te amasse estaria aqui depois de tantos erros, de tantas brigas, conflitos e situações em que quase te perdi? Vou errar por mais mil vezes porque sou humano, e ainda assim vou continuar te amando. E eu sei que isso é um tipo de situação inaceitável e você tá certa em não esperar mais nada de mim mas, não desiste.
— Eu tonta, ele apaixonado. (via let-the-princess)

Quando me sinto só, te faço mais presente, eu fecho os meus olhos e enxergo a gente. Em questão de segundos voo pra outro mundo, outra constelação. Não dá para explicar, ao ver você chegando, qual a sensação. A gente não precisa tá colado pra tá junto. Nossos corpos se conversam por horas e horas, sem palavras tão dizendo a todo instante um pro outro o quanto se adoram. Eu não preciso te olhar pra te ter em meu mundo, porque aonde quer que eu vá, você está em tudo. Tudo o que eu preciso.
Te vivo, Luan Santana   (via inativar)

Acho tão bonito casais que duram. Não importa o tempo, o que vale é a intensidade. Querer estar junto vale muito mais do que estar junto há 20 e tantos anos só por comodidade. Sei que estou falando obviedades, mas hoje vi um casal de velhinhos na rua. Acho que o amor, quando é amor, tem lá suas dores bonitas. A gente vê uma cena e o coração fica emocionado. Nos dias de hoje, com tanta tecnologia, com tanta correria, com tanta falta de tempo, com tanto olho no próprio umbigo e nos próprios problemas, com tanta disputa pelo poder, pelo dinheiro, por ter mais e mais, sei lá, acho bonito ver um casal de velhinhos na rua. A mão, enrugadinha, segura a outra mão. A outra mão, por sua vez, segura uma bengala. Falta equilíbrio, sobra experiência. Falta a juventudade, sobra história para contar. Falta uma pele lisa, sobram marcas de expressão que contam segredos. Envelhecer não é feio. Em tempos de botox, a gente devia olhar um pouco para dentro. De si. Do outro. Do amor.
Clarissa Corrêa  (via adverbios)


Eu tenho amigos. Eu tenho uns parentes por aí também. Mas não tem jeito, eu sou ridiculamente sozinha nessa vida.
Tati Bernardi. (via falso-menino)

O problema não é se afastar sem querer. É não saber como voltar.
Desconhecido.   (via nothing-lasts-foreverl)